domingo, 4 de dezembro de 2011

Qual seria a Palavra...

Hoje parei para analisar qual seria a minha palavra após assistir um filme...
E depois de tanta reflexão cheguei a seguinte conclusão:
Na minha infância a minha palavra era brincar: afinal essa palavra era sinônimo de alegria, felicidade, amizade, companheirismo... Era para mim o que resumia a existência.
Mais tarde o estudo tornou-se algo mais sério e a palavra brincar caiu no esquecimento e veio então a palavra estudo!
Se alguém me perguntasse há uns anos atrás qual era a minha palavra eu diria: Du, Dudu...Edu essa seria a minha palavra, pois essa palavra durante anos foi o significado de muitas coisas boas e importantes para mim. A palavra Edu resumia: alegria, tristeza, conquista, solidão, amor, carinho, afeto, amizade, companheirismo, dedicação, compaixão, realidade, crescimento, conhecimento, busca espiritual, resgate e críticas! Todos esses sentimentos resumia-se apenas na palavra EDU!
Hoje eu não sei que palavra resumiria a minha vida, neste exato momento eu não encontro nenhuma que carregue tanto significado...


domingo, 27 de novembro de 2011

Infelizmente!



Infelizmente não pedimos para nascer...Nem escolhemos conscientemente com quem iremos conviver Infelizmente existem pessoas em nossas vidas que nos faz chorar e deixar de acreditar em sonhos que parecem impossíveis pelo simples fato de possuírem uma mente pequena, sem grandes projeções ou
seja lá o que for.
Infelizmente os obstáculos estão aí. E cabe a mim levantar e sair!

sábado, 1 de outubro de 2011

Abismo

Assim que defino esse momento...
Um abismo profundo....
Encontro-me parada à beira do precipício
Essa confusão de sentimentos entre o que sinto e devo sentir!


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Segunda-feira....

Segunda-feira e estou na escola com alguns alunos da quinta série, estamos estudando para a semana do conhecimento. Precisamos escrever sonetos e o meu já está pronto...Bobo, ingênuo e puro...



Diante de ti

Escrevo diante de ti
Meus mais profundos sentimentos
Amor, felicidade, timidez ...encantamento
Vago em meus pensamentos a buscar um acalento

Não sei se saberás do meu pensamento
Ou quem sabe do meu sentimento
Sempre busco nos corredores o seu olhar atento
Que vai colorindo meu jardim inteiro

Pego-me dançando por entre as flores:
Begônias, beijinhos, amores perfeitos
A sorrir por entre os canteiros

Sentimento concreto no ar
Que me faz transmutar
E somente a ti buscar.



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Retornando

Após tantos meses sem fazer uma postagem...talvez seja a hora de recomeçar, hora de retomar o que ficou para trás. Hora de voltar a expurgar-me dos sentimentos que insistem em tomar conta novamente da minha mente. Resumindo: preciso livrar-me dos meus medos e dos pensamentos que me atormentam constatamente.
Nessa busca para libertar-me de tudo que me faz mal, que me sufoca, que me torna intolerável e impaciente; será preciso, com certeza, colocar tudo para fora e buscar um novo equilíbrio, uma nova vida....uma nova fase, quem sabe uma nova meta.
Talvez uma nova luz, algo que realmente seduza meus olhos e acabe por envolver de forma incondicional minha mente e meus interesses.

sábado, 5 de março de 2011

A IMPONTUALIDADE DO AMOR




Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?

Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.

Martha Medeiros

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011





"Estou me afastando do que me atrasa, me segura e me retém.
Fui ser feliz e não volto."
(Caio Fernando Abreu)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011



Como a triste bailarina
dancei sozinha no escuro
ao som da melancolia e da saudade.
A bailarina
sem amor,
sem dor,
sem cor.
Tentando apenas recolorir
e recriar seu mundo em flor.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

FELIZ!!!

Após formar-me estou no exercício da minha profissão, não negarei que o frio na espinha, as mãos trêmulas e o medo da rejeição  fez parte do meu primeiro dia em sala de aula; mas preciso confessar   FOI TOTALMENTE DEMAIS!!
Encontrei-me e estou muito feliz com a minha escolha!
Não escolhi como profissão algo enriquecedor financeiramente, mas espiritualmente não tem preço é Gratificante!

Devaneios!



Encontro-me já tão cansada.

Cansada de manter-me fechada, enclausurada nessa masmorra imaginária que eu mesma criei.

A criei para proteger-me do mundo. Mas de qual mundo? Do mundo colorido, iluminado e quente.

Cansei de olhar a vida por grossas lentes sob o véu da ilusão.

Ilusão essa que eu alimento, dia após dia, na esperança de matar a sede que tenho de ti.

Nadar, nadar e nem perto da praia chegar para repousar meu corpo cansado na areia branca e fina que pudesse a vir aquecer minh'alma.

Alma essa que busca transpor as barreiras imaginárias da ilusão e viver intensamente.

Verdadeiramente preciso apaixonar-me não somente por mim, mas sim, sentir àquela sensação de "butterfly in my bellow".

domingo, 9 de janeiro de 2011

Talvez hoje!

Talvez hoje, eu precisasse mergulhar no meu eu interior e encontrar o que me aflige.
Talvez hoje, eu precisasse buscar aquilo que deixei para trás: o sorriso perdido, a alegria, o amor... os devaneios.
Talvez hoje, eu precisasse levantar pela manhã olhar o sol brilhar por entre as nuvens e dizer BOM DIA!
Bom Dia minh'alma...
Deixar que os pequenos raios de sol que passam por entre as nuvens aqueçam a minha casa interna. Brilhar e me fazer virar pó. Para assim retornar a ser quem realmente sou.
Quem deixei para trás, nessa caminhada que me fez florescer, crescer e desaparecer.
Quem sou? Onde parei? O que deixei?
Pausa...
Mais uma xícara de café. Minutos depois ele esfriou e ainda continuo a indagar onde me perdi? Onde me esqueci?
Será? Será que realmente as pessoas têm razão?
Talvez eu não queira enxergar o óbvio, ou, o óbvio ficou tão óbvio que inventei uma máscara para disfarçá-lo.
Ou...
Simplesmente o café esfriou a música acabou...
Adormeci na poltrona. O sol se foi. O corpo continua frio e os olhos ainda cansados de buscar a resposta.